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A rotina de uma mamãe que corre

Conciliar a maternidade com a rotina de atleta, essa é a luta diária da Cristhina Costa. Conhecida nas redes sociais como a “Mamãe que Corre”, conheceu a corrida de rua em 2014, a partir do momento que buscou o sonho de ter seu primeiro filho. Ela tentava engravidar desde 2012 sem sucesso, e isso acabou gerando um quadro grave de ansiedade com princípio de depressão.

“Sempre descontei minhas frustrações na comida, o que me fez engordar muito! Foi então que decidi entrar na musculação e, por lá, conheci a corrida através de um professor”, revela Cris. A partir daí, a atleta não parou mais, se libertou de tudo que lhe fazia mal, emagreceu e engravidou naturalmente 2 anos depois. Hoje, são mais de 20 provas disputadas.


TRÊS EM UMA

A mamãe do Arthur, hoje com 2 aninhos, conta que atualmente a parte mais difícil é ser atleta, mãe e esposa ao mesmo tempo. A logística, segundo ela, é muito desgastante, pois seu “pequeno” ainda não frequenta a creche e não há como levar ele nos treinos. Seu marido então, se encarrega de cuidar dele para que ela possa correr. “Não quero sacrificar meu tempo com eles, então tento equilibrar tudo. Optei por não fazer minha primeira maratona esse ano, por exemplo”, conta Cristhina.

MOTIVAÇÃO E AMBIÇÕES

Além disso tudo, a corredora trabalha como técnica de enfermagem em um hospital público da região. Ela acredita que, atuar nessa área a faz enxergar o corpo de outra maneira, buscar qualidade de vida sempre, prestar atenção na saúde, se exercitar e caprichar na alimentação. Recentemente, ela completou seus primeiros 21km, na Meia Maratona Internacional de Florianópolis, o que a fez sonhar com objetivos ousados. “As sensações de adrenalina, de superação e determinação me movem, por isso planejo em 2020 os meus primeiros 42km e a depois disso quero virar uma ultramaratonista”, conta com orgulho.

O QUE FALTA NO ESPORTE COMO UM TODO

A atleta de 32 anos define a corrida como uma paixão e se aborrece em alguns momentos quando sai pra treinar. Ela acredita que as cidades ainda não dão o devido valor ao esporte. “Há uma falta de respeito com as pessoas que treinam na rua. Não existe infraestrutura adequada, um lugar seguro para treinar, corremos risco todos os dias e por isso temos que ter atenção redobrada com a violência não só do trânsito, como da criminalidade”, completa Cris.

Quer conhecer mais sobre a Cris? Acompanhe ela no Instagram @mamae.que.corre

Um abraço e até a próxima “História de Corredor” 😉 Por: Cristhina Costa - @mamae.que.corre #correbrasil #corridaderua #saude #bemestar #qualidadedevida #esporte #meiamaratona #eucorroporaqui #revistacorrebrasil #historiadecorresdores

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